9 de novembro de 2011

Pensamento


 Não sou dada a pensar na nossa impermanência. Quando isso acontece é porque ela me sacode e me obriga a olhar bem no fundo de seus profundos olhos.

3 comentários:

pensandoemfamilia disse...

Não é fácil para o ser humano confrontar esta impermanência, mas podemos pensar que pode ser o mola que nos impulsione ao desapego e apreciação do novo.
bjs

Carmem Lucia Vilanova disse...

Lindo, querida amiga!
Estou tendo um pouco de problemas para visitar os blogs que desejo com a frequencia que desejo, por motivos técnicos deste pobre computador que já está meio agonizante e trava o tempo todo... espero solucionar isso rapidamente!
Beijos, flores e muitos sorrisos!

Luma Rosa disse...

Abril foi o mês que a impermanência me abriu os olhos. "De lá pra cá não sei (...) Há algo que jamais se esclareceu".

Bom feriado!
Beijus,