11 de março de 2012

O Jarro do Amor


Imaginemos a cena: uma mesa arrumada com uma linda toalha branca de renda e sobre ela, uma bandeja de prata com um belo jarro de cristal e alguns copos dispostos (cada um pode imaginar a quantidade de copos que desejar).

O conteúdo desse jarro: Amor. Um jarro que transborda Amor.

Podemos ao longo de nossa vida servir apenas um copo e dele bebermos por todos os dias de nossas vidas.

Podemos, também, servir um copo, bebermos dele por muito tempo e vermos, um belo dia, que o conteúdo depositado nele, simplesmente, acabou. Nós o bebemos até a última gota, nós saboreamos cada gole, mas um dia nos sentimos saciados. Então o que fazemos?

Servimos um outro copo e podemos ao servir esse segundo copo, dele bebermos por todos os demais dias, ou  recomeçarmos tudo novamente.

Nós somos como um jarro que transborda Amor.

33 comentários:

Lis. disse...

Eu juro que não entendi essa matemática. rss

Taddeu Vargas disse...

Bonito! Parabéns! Beijo imenso!

Wanderley Elian Lima disse...

Que seja tomados aos poucos, para que tenha todos os dias.
Beijos

Óleo disse...

Um jarro que nunca esvaziará, pois amor distribuído recebe de volta toda a sua água. Carinhosamente Óleo.

Isa mar disse...

Isadora, o conteúdo do jarro é multiplicador e haverá sempre mais, pois cada um sabe a quantidade que necessita e poderá beber sempre!
Obrigada pela sua participação em meu cantinho, beijos em seu coração!

Óleo disse...

Quem sabe um dia nos revelamos, e assim vc saberá se nos conhece ou não. A única coisa que podemos lhe dizer, tanto o óleo como a água, que esta mistura foi feita para inserir no blogosfera um pouco do lúdico, do sonho, para ser lido tanto pelo adulto tanto quanto pela criança. Então venha sonhar conosco e se tiveres crianças, traga-as, garanto que lhes farão bem. Carinhosamente Óleo.

Denise disse...

Que linda essa imagem que vc construiu, Isadora, e nos convidou a fazer o mesmo...levanto um brinde à tua sensibilidade e visão ampla do amor! Adorei a analogia, e acho que me encaixo na segunda parte, que permite recomeços - acredito que tudo se renova, inclusive nosso potencial para amar.

Beijos!!

Teresa Cristina disse...

Lindo! Precisamos e muito desse amor universal, fraterno, humano...enfim de todas as manifestações de amor em sua forma mais pura. beijos Isa!

Pipa. Agora eu era o herói. disse...

Seu coração é bem isso.
Como li certa vez:

"É de segurar em concha pra não derramar."


Te abraço com muito, mas muito carinho

Gilmar disse...

Tenho medo de ser saciado pelo amor! Aliás, confesso-lhe, penso ser a primeira vez que reflito de tal forma! O que seria ser saciado pelo amor? Há fim? Esgota? Ou são minhas escolhas que fazem quebrar as taças e jarros?

Acolho sua proposta! Melhor recomeçar tudo... Recomeçar e deixar transbordar!

Meu carinho a você, Isadora! A sutileza de sua fala aninha-se, aqui, sempre aquecendo os passos.

Entre Nous disse...

Lindo!

Munita, adorei o texto. Você sabe colocar o amor em palavras.

Seu

T

Lis. disse...

Essa coisa de amor é muito complicada, pois há gente que nasceu e morreu sem nunca conhecer o amor. Veio ao mundo como todos, com a jarra vazia, e nunca teve oportunidade ou a sorte de preenche-la.

Vi psicólogos abraçando pessoas de idade que nunca receberam amor, carinho, atenção, só dor.

Enquanto isso, gente abençoada pode ler 113 regras pertinentes a pobreza, para se esquivar da dita cuja. Vejo que és uma mulher de sorte nesta vida, sem medida proporcional. Estou certo?

Bom percurso de semana!

Nilce disse...

O amor além de ser multiplicado pode ter sempre um recomeço.
Que saibamos destiná-lo à multiplicação e recomeçar quando for preciso.

Parabéns pelo texto, Isa.

Bjs no coração!

Nilce

Crica Viegas disse...

Acho que anto mais nos servimosm mais o jarro se completa novamente.Um ciclo que torna nossa vida sublime, mesmo que simples.

Lis. disse...

Então minha amiga carioca...

O amor ele é universal. É um dom benigno que necessita ser ensinado assim como qualquer coisa na vida.

A maneira mais eficaz de ser ensinado(a) é na prática, ou seja recebendo. Nesse ponto você tocou em algo que eu já havia lhe dito: Você é (assim como eu) uma pessoa privilegiada com o destino que lhe abençoou com a bela sorte de ser oriunda do seio de uma familia estruturada. Chamo de berço.

Hoje, a grande maioria das pessoas estão carêntes, com uma verdadeira e estrondosa fome de receber amor. Tudo aquilo que nunca tiveram para contrabalancear todo o lado ruim dos infortúnios, ocasionados no decorrer na própria existência. Tais como são os lobos famintos e ferozes, em busca das ovelhas.

Um dia fui assistir um espetáculo chamado: "O Mistério de Irma Vap" com Ney Latorraca e Marcos Nanini. Num momento da peça lembro que Marco Nanini -travestido de Irma Vap- pergunta para Ney Latorraca: O que você quer de mim??? E ele responde: EU QUERO TODO SEU AMOR. E Marco Nanine saí correndo de peruca loira gritando: Nãooooooooooo...

Bjo.

ps. E grato por ler as 113 regras de como escapar da pobreza. rsr

Cacá disse...

Gostei da analogia, Isadora! É uma busca por um ponto de equilíbrio que só nos é possível circundados por amor . Abraços. paz e bem.

Fátima disse...

Oi Isadora! :)

Que lindo esse post! Amei ;).

O quanto bom seria se todos fossemos assim...

Bj

Misturação - Ana Karla disse...

E você transborda sabedoria!
Gostei muito.
Xeros

Irene Moreira disse...

Isadora
Comovai!!! Saudades!!! E que bom chegar aqui vendo o seu cantinho com nova decoração. Muito lindo mesmo em todos os detalhes.
EStou aproveitando, "já que me deram um tempinho", para visitar meus amigos e colocar o papo em dia.
Estou começando pela porta de entrada e como é bom ser recebida com tão lindo tema e beber desse amor que transborda em tudo que vejo aqui.
Beijos com todo carinho e uma boa semana

Lu Souza Brito disse...

Isa,

O amor sacia e se compartilha, por isso o jarro nunca ficará vazio. Quanto mais amor você receber, mais amor terá para doar.
Beijokas

welze disse...

o bom é mantermos tanto jarro como copos sempre cheios de amor. transbordando muito amor. Ô coisa boa!

Barbie Girl disse...

Quando distribuímos amor, felicidade e bondade, automaticamente se multiplica... ai encontramos nossa felicidade.

beijos

Andrea Pagano disse...

Oi Isa,
Ter para doar, mesmo que de forma sub entendida ou desententida, assim de forma implícita, pois as vezes não conseguimos encher copos e copos, mas podemos manter as gotas, ainda que no fim elas encheram os copos e transbordaram, porém com a velocidade menor, menos intenso, mas ainda assim válido.
Bjs querida, adorei a reflexão!!!

Beth/Lilás disse...

Oi.Isa!
Seu post é quase uma poesia.
um beijinho carioca pra você nesta noite fria.

Mari Amorim disse...

Estou passando,e deixando um grande beijo,e dias claros como o Sol,desculpe-me a ausência/
Boas energias,
Mari

Barbie Girl disse...

Isa querida,

Tem selinho para você no Meu Cantinho, espero que goste, pois é uma forma de demonstrar carinho virtual, mas fique à vontade para declinar.

Beijinhos no coração!!

Cantinho She - Sheila Mendonça disse...

Uau Isa que lindo! Beijo, beijo!

Cacheada disse...

ããã, eu tbm tranbordo ódio...
sou humana e tenho raiva..
as vezes eu quero enforcar alguém...
^^
mesmo sabendo que devemos...
"amar uns aos outros"
;)

Luma Rosa disse...

Para entender a "Matemática" basta levar em consideração que a água, jarros e copos são apenas "figurativos" - mas entendo, quem não entende, porque associamos o amor a uma fonte inesgotável e sem medida! Mas nos dias atuais, até mesmo o amor precisa ser reciclado! Beijus,

Pérola disse...

Transbordamos amor sim,graças a Deus.
Linda mensagem.
Obrigado minha flor pela visita.
Beijokas mil.

Felina Mulher disse...

Isa, eu acho que minhas atualizações nao aparecem mais...infelizmente.
Mas continuo escrevendo...nem que seja para mim....kkkkkkkkkkk


beijokas querida....e obrigada oela visita.

legalmente loira... disse...

querida isa,
seu texto é lindo!
tudo sempre recomeça.
o conteudo deste jarro
é simplesmente o amor...eu bebo dele todos os dias.
lindo dia com carinho e bjos.

pensandoemfamilia disse...

Oi
Linda metáfora deste amor que é nosso e que vai sendo ofertado que pode se esgotar para alguém, mas ser mantido em outro ser.
bjs